terça-feira, setembro 30, 2008

ANTEC.SHST

Caros Colegas;

A ANTEC ainda não está constituida como associação, e dificilmente estará, hoje mesmo tivemos mais uma confirmação de falta de apoio de uma autarquia. Como sabem para têr e registar uma associação é necessário ter uma sede, de acordo com estatutos publicados na 1.ª mensagem do BLOG, problema esse que não é comportável de momento, fizemos os estatutos e tentámos promover a associação tentando obter apoios de autarquias e de empresas no sentido de nos sediarmos, na nossa análise económica, teria de existir um investimento acrescido por parte das pessoas impulsionadoras do projecto, como sendo aluguer de um espaço, administrativos a 100%, telefone e internet, site e Dominio. E que do ponto de vista pessoal não nos é permitido.De momento apenas podemos dar alguns contributos não vinculativos, e como sabem não cobramos nada a ninguém.

Temos recebido muitas mensagems de pedido de ajuda e penso que temos retribuido totlamente as mensagems.

Temos também recebido vários pedidos de informação sobre a associação," para terem ideia foram apenas 13 mensagems em dois anos de BLOG".

- onde perguntam como se inscrever na antec, cotas etc.

O que demonstra que mesmo que tivese-mos avançado com a associação as cotas de 13 pessoas (na melhor das hipóteses) deveriam garantir os custos da ANTEC.

Para além do apoio que demos através de email, ainda recebemos muitas criticas sobre a forma como actua a ANTEC. " MEU DEUS, MAS NÒS DEVEMOS DINHEIRO A ALGUÈM?" Não! estariamos sim numa situação pessoal dificil se temos avançado com a associação. Pois com os apoios nos têm proposto, assim como as cotas das 13 possiveis pessoas, não iriamos a lado nenhum.

De qualquer forma e em breve vamos publicar as tabelas com os preços de referencia na actividade como ordenados e preços para prestação de serviços de forma a tentar dar mais um contributo para a nossa profissão, permitindo que os nossos BLOGGER´s as possam comentar.

Devem ver este gesto como o ultimo contributo que vamos prestar a este sector que muitos intitulam de "lamentável e frustado"

9 comentários:

Anónimo disse...

De facto temos que assumir que a nossa projecção pública é muito fraca. Mas estamos no inicio da nossa existência que eu prevejo que vai ser longa e duradoura.É necessário que a Associação se dê a conhecer junto dos centros de formação de TSHS, aliciando os formandos à sua inscrição e participação activa na vida da Associação.
À semelhança de outras categorias profissionais temos que trabalhar para o nosso reconhecimento público, com a publicação de um estatuto deontológico dos profissionais deste sector. Por outro lado temos de ser ouvidos a uma só voz, portanto a unidade é, para já, a nossa palavra de ordem.
Queria também deixar aqui algumas palavras de esperança, no sentido de dotar este espaço como o espaço de debate, a nível nacional, dos TSHS. 13 participações em 4 anos, admitamos que não nos pode orgulhar. Mas também não é razão para desistirmos. Há muita coisa a fazer na área de actuação dos TSHS e para isso tem que haver a nível nacional órgãos representativos com alguma solidez e com reconhecimento público. Começam a ser conhecidos alguns casos de sub-emprego dos TSHS, há que lutar contra isso, porque isso só acontece por não haver uma organização forte que actue na hora perante as entidades competentes em defesa dos seus Associados.
Muito recentemente foi difundido por todas as Câmara Municipais um oficio-circular da DGAL - Direcção Geral das Autarquias Locais - um oficio circular no qual é veiculado um parecer do Provedor de Justiça que passo a transcrever parcialmente "a) a exigência, pelas Câmaras Municipais nos Cadernos de Encargos das empreitadas de obras públicas, de que os técnicos superiores de higiene e segurança no trabalho, tenham formação em engenharia não é legalmente possível face aos requisitos legais para o exercício dessa profissão expressamente previstos nos artº 3º nº1, 7º nº1, e 11º nº 1, do Dec-Lei nº 110/2000, de 30 de Junho."
Este é um exemplo da nossa autonomia cientifica e funcional para o exercício da profissão que se adivinha de sucesso no futuro próximo. Há que estimular a tomada de consciência colectiva dos profissionais da Higiene e Segurança, porque o seu futuro depende das suas atitudes e pro actividade.
António Canais - Formando em TSHS.

Anónimo disse...

Não prevejo que possa haver união entre os profissionais e futuros profissionais de SHT. Desde logo porque, no tocante aos TSSHT, muitos deles, que têm formação de base em áreas técnicas e ciências exactas (com destaque para as Engenharias - elas também muito heterogéneas e cada vez mais diversificadas...), estão contra o exercício da profissão pelos que têm formação de base em Humanidades, Letras ou Ciências Sociais e estão a constituir-se em lobbie para afastar estes da profissão, fazendo com que se aprove legislação e regulamentação que os impeça de exercer a actividade ou que restrinja a sua acção como TSSHT. Contam, os das áreas técnicas, com o apoio de Ordens profissionais, como a ANET ou a Ordem dos Engenheiros, corporações com muito poder junto dos Governos e das Câmaras Municipais (o exemplo da circular da DGAL retrata bem a situação). Nas Câmaras os Cadernos de Encargos e Concursos são geralmente elaborados e supervisionados por Engenheiros e estes, pelos vistos, procuram proteger a sua classe profissional, procurando que a mesma abarque em exclusividade o exercício das actividades de SHT.
Não compartilho do optimismo do comentarista anterior uma vez que estou em crer que já existe muita gente formada em SHT, principalmente com formação de nível V, e é provável que já não haja trabalho para todos (não possuo dados que possam fundamentar esta opinião) daí que esta possa ser uma explicação para os Engenheiros (sentido lato) quererem cada vez mais açambarcar a actividade, expulsando os das Humanidades.
Pretendia fazer formação nesta área mas estou cada vez mais reticente. Obrigado pela atenção.

O.B. disse...

O loby da OE e da ANET é poderosíssimo e manifesta-se de forma escandalosa nas autarquias - um bom "patrão" nesta área. Desde eng.s mecânicos a "dar palpites" sobre obras de C. Civil, eng.s de R. Hidricos a leccionar e a elaborar PSS e a coordenar obras de estruras de betão armado complexas... enfim já vi de quase tudo.
Portugal no seu melhor. MAS SÃO INGINHÊROS. E depois queixamo-nos. O Estado gasta milhões com sinistralidade laboral?
Sugiro que se precionem os Grupos Parlamentares dos Partidos, responsabilizando-os politica - e porque não - criminalmente, pelas centenas de famílias destruídos e pelos milhões gastos com a sinistralidade.
Mexam-se porra.
O.B.

Anónimo disse...

Pretendia um contacto telefónico vosso. Gostava de trocar algumas ideias. Onde querem abrir a vossa associação?

Sara disse...

Se existisse mais informação, acerca da ANET, certamente seriamos muitos mais,pois tenho colegas e amigos que estão nesta área e quando lhes falei desta associação estes desconheciam por completo. Acho que ainda há muito para ser feito, e muitos objectivos a serem alcançados com vitória. As obras fazem-se, não aparecem ja feitas, por isso digo podemos ser pequenos,mas temos muito por onde crescer haja é vontade, esforço e resistência para se chegar a meta pretendida. Podem contar comigo.

Liliana disse...

Caros amigos e colegas ,

como é do conhecimento de todos, está em vias de ser publicado o novo Regulamento de Segurança no sector da Construção.
Este documento, caso seja aprovado, será um grande retrocesso, para a verdadeira implementação da segurança no estaleiro da Construção.
É um Regulamento que irá envergonhar todos os que de uma forma séria trabalham e lutam para implementar a Segurança no sector da Construção.
Como é fácil de depreender, após uma leitura do referido regulamento, este não é "Normativo" pois não impõe normas, e é um documento que abre as portas a várias leituras e interpretações.
É um documento que seguramente vai dar muito trabalho aos juristas, mas de muito pouca eficácia e muito pouco clarificador de quais as medidas de segurança a implementar no Acto de Construir.
Não se deixem ficar de "braços estendidos" e passem este email para o máximo de pessoas que conheçam e que trabalhem no nosso sector da Construção.
Peço a todos os colegas e amigos que acedam ao link abaixo e assinem esta petição para que juntos tenhamos a força necessária junto das entidades competentes, e que consigamos juntos travar a publicação deste regulamento.
"Se não lutarmos pelas causas que achamos justas e que nos dizem directamente respeito, ninguém o fará por nós"

A mesma pode ser lida e assinada através do seguinte endereço:
http://www.peticao.com.pt/regulamento-de-seguranca

s disse...

Caros colegas,

Também sou técnica de HST(V)no sector da distribuição.A minha formação de base é na área das ciencias e nunca "me atreveria" a executar funções na construção (pela minha formação de base - uma questão de bom senso),bem como àreas para as quais penso ser necessário outros conhecimentos de base. Agora questiono: um engenheiro então sabe de tudo?de todos os sectores (porque existe muitos tão complexos e de área nunhuma)?esse loby parece-me vir mais da engenharia civil, se querem que seja sincera.
Cumprimentos e podem contar comigo

JC disse...

Acho que esta associação deveria desenvolver parcerias com algumas entidades, por ex: agora parques de campismo ou outras coisas...
Isto vai no sentido de os tecnicos de segurança comessarem a formar um grupo com mais força na nossa sociedade, como por exemplo em outras profissões em que já têm fortes asocações e que começam a desenvolver-se.

Anónimo disse...

Onde é que anda a ACT?
Não são estes senhores que viabilizam a profissão através de protocolo prévio á publicitação dos cursos? E depois não criam ao menos um enquadramento salarial no Estado, para que sirva de referencial? Pós-graduados a auferir 700,00€/mês. E ainda nos mandam estudar? Estudem vocês políticos de 2ªescolha.